A sétima menor também vai à igreja: o modo mixolídio e a música gospel
Da guitarra de Sister Rosetta Tharpe a dez faixas de rock: um estudo da sétima menor, com playlist e exercícios para ouvir o mixolídio sem reduzir cada música a uma escala.
Cultura
Notas sobre o que escuto, estudo e tento tocar. Discos, músicos, guitarra, blues, jazz e algumas descobertas pelo caminho.
Da guitarra de Sister Rosetta Tharpe a dez faixas de rock: um estudo da sétima menor, com playlist e exercícios para ouvir o mixolídio sem reduzir cada música a uma escala.
O gravador de quatro pistas usado por Paul McCartney em casa me fez olhar de outro jeito para meu Zoom H5 e pensar numa música gravada sem computador.
Uma lembrança da minha cunhada, Paul McCartney aprendendo a tosquiar ovelhas e uma frase de Jeff Buckley sobre a vida cotidiana e a arte.
A leitura da biografia de Charles R. Cross me deixou com duas cenas de Hendrix: a infância antes da primeira guitarra e um Woodstock bem diferente da multidão que costumo imaginar.
Uma indicação de aula, a guitarra de Wes Montgomery e um disco de John Coltrane encontrado no sebo fizeram gravações de 1961, 1962, 1965 e 1996 se encontrarem na mesma escuta.
Um vídeo do Skylabs Audio me fez pensar no momento em que uma mídia antiga deixa de ser apenas uma forma simples de ouvir música e passa a ser objeto de desejo.
Uma versão de “Taj Mahal” pelo 45trio me levou de volta a Jorge Ben; uma conversa durante a aula de inglês acrescentou Rod Stewart ao caminho.
Depois de conhecer Tenório Jr. pelo documentário Atiraram no Pianista, encontrei sua música novamente numa homenagem do trio japonês 45trio.
Uma folha enviada pelo meu professor me levou das aproximações cromáticas à pergunta que passou a orientar meu estudo: em qual nota quero chegar?
Uma gravação de “Lawns” abriu o caminho até Sextet, de Carla Bley, e até os nomes que o streaming deixou fora da tela.
No terceiro dia de remédios para labirintite, caminhei devagar até o sebo do bairro e voltei com CDs, DVDs, doces e a sensação de habitar novamente minhas ruas.
Um vídeo sobre os 75 anos do P-Bass me levou a James Jamerson, Lee Sklar, Freddie Washington, Bob Glaub e Geezer Butler — e a uma playlist para estudar o instrumento.
Em 1994, quatro CDs de uma locadora, um tape deck e uma fita cassete eram meu sistema de descoberta musical.
Uma ficha de Talking Standards, Vol. 2 levou a uma conversa com meu professor de inglês e me apresentou o disco de Edu Lobo com Tom Jobim.
O registro dos quatro filmes sobre música que assisti enquanto me recuperava da extração dos sisos.
O que estou aprendendo ao usar o Codex para organizar e revisar minhas partituras sem delegar a ele as decisões musicais.
Por que estou testando a Ampero One no home theater da sala antes de comprar uma caixa FRFR — e o que ainda preciso avaliar.
O que estou aprendendo ao organizar os bancos da Ampero One e construir um aplicativo para enxergar o que existe em cada preset.
Uma memória de Perfect Harmony e das camadas de tradição, resistência e comunidade presentes na música gospel.
Um workshop sobre repertório, improvisação, identidade musical e a maturidade de tocar exatamente aquilo que a música pede.
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