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Jordano Gonzatto: 10 tendências (ou descobertas) em gestão de projetos

O conteúdo que replico para vocês tirei do post do Marcelo Bastos da revista HSM

Optei pela cópia na íntegra do texto, pois os comentários do Marcelo são suficientes neste momento para pensarmos. Logo vamos conversar mais sobre essas tendências. 

‘Marcelo Cota, na palestra que ele fez para a área de tecnologia do Banco do Brasil em dezembro/2008 destacou as 10 tendências em gestão de projetos. 

– Doutrina de Gestão de projetos vai além dos EUA – > Existe uma imagem de que gestão de projetos é coisa de americanos, simbolizada pelo projeto da chegada do Homem a Lua. 

– Explicitar o valor de gestão de projetos nas organizações – > Esse é o maior estudo na área e possui um orçamento de mais de um mulhão de dólares. Foram pesquisadas mais de 65 organizações e realizadas mais de 400 entrevistas. Essa pesquisa ainda não terminou, mas já apresenta algumas conclusões como o fato de que a maioria das organizações não se avalia e que Gestão de projetos tornou-se normal e mandatório nas organizações, o que reduziu o heroismo em gestão de projetos; 

– Gestão de projetos integra-se com o desenvolvimento organizacional – > Muitos estudos ligados a escritório de projetos e a necessidade de que o escritório de projetos tenha que se renovar a cada dois anos. Essa pesquisa trata também do papel do gerente de projeto, gerente funcional e do gerente de recursos humanos, principalmente, quanto a forma com que eles se relacionam. Nessa pesquisa também foi identificada a importância do trabalho em conjunto do gerente de projetos com um gerente de mudanças; 

– As práticas básicas de gestão de projetos são imprescendíveis – > Essa pesquisa listou as 1o práticas mais importantes em gestão de projetos : relatório de progresso, reunião de Kick-off, software para confecção de cronogramas, gráficos de Gantt, declaração de escopo, cronograma de marcos, gerenciamento das mudanças, análise de requisitos, utilização de WBS, declaração do que precisa ser feito; 

– Gestão de projetos depende de outras disciplinas – > Essa pesquisa lista as oito disciplinas que possuem mais artigos relacionados a gestão de projetos, ou seja, áreas onde a gestão de projetos mais possui relações : operações, gestão de pessoas, TI (tecnologia da informação), INOVAÇÃO, construção, ESTRATÉGIA, desempenho e qualidade; 

– Gerenciar projetos é complexo – > É uma pesquisa que trata de evidenciar essa característica de complexidade da gestão de projetos. Padrões tentam simplificar o que é complexo, mas, quando se trata de projetos, não existem padrões, pois cada projeto é sempre um novo desafio. Padrões são importantes, mas a realidade é muito mais complexa; 

– Gerenciar projetos é ambíguo – > No Aurélio, ambiguidade significa algo que se pode tomar mais de um sentido, cujo procedimento denota incerteza, insegurança, indeterminado, incerto. A principal característica dos projetos é a incerteza, por essa razão é que devemos assumir a ambiguidade em projetos, já que raramente temos informações completas para baseas nossas decisões. Cada vez mais, o planejamento e o foco em processos estão sendo superados pela habilidade em gerenciar comportamentos e lidar com elementos “soft” (Competências não-técnicas). A intuição, criatividade e improvisação são cada vez mais importantes nesse mundo de complexidade; 

– Traços de personalizade são diferenciais – > Quais são as competências mais importantes e que um gerente de projeto deve possuir : Ser uma pessoa consciente(não doura a pilula), possuem muita energia (vigorosas), tem o controle do projeto, passa confiança para equipe e os envolvidos no projeto, tem uma visão holistica do projeto (enxerga o todo), poder de persuação (negociação, comunicação, …). Além disso, a pesquisa listou as características menos importantes : pessoa convencional(avessa a mudança), modesta(é necessário ousadia), pessoas muito teóricas, pessoas muito pessimistas; 

– Equipes pequenas dão certo – > Individuos reduzem o seu nível de esforço à medida que aumenta o número de membros na equipe. Quanto menor o time, melhor é o trabalho em equipe. O trabalho em equipe incrementa a criatividade, pois é estimulada pelo pensamento divergente, isso se você montou uma equipe heterogênea; 

– Gestão de projetos amplia seu alcance além da TI e da engenharia – > A origem do PMI está na engenharia, mas foi a área de TI (tecnologia da Informação) que alavancou a gestão de projetos no mundo empresarial, devido ao seu crescimento muito forte em pouco espaço de tempo. No entanto, o interesse por gestão de projetos vem se ampliando e atingido principalmente áreas como serviços de intermediação financeira, projetos governamentais, telecomunicações, desenvolvimento de novos produtos, gerenciamento de riscos, indústrias petrolíferas (Petrobrás é referência em gestão de projetos no Brasil); 

Comentários do Marcelo. 

Percebe-se nessas 10 tendências uma preocupação maior com o lado comportamental da gestão de projetos. Quando comecei a trabalhar com gestão de projetos(2002) havia um foco muito grande em processos, metodologia e ferramentas de gestão de projetos. Com o tempo, começou a ser percebido que isso não era suficiente devido a natureza de incerteza presente em todos os projetos. Era necessário desenvolver as competências não-técnicas(soft skills) de gestão de projetos como liderança, negociação e comunicação.’ 

Comentário do Jordano.
Adotar Scrum para gerenciar projetos possibilita um avanço sintomático em comportamento e pessoas. 

Pense sobre isso e não esqueça de que processos e ferramentas estão em segundo plano, pessoas e indivíduos são os alvos de maior importância para a excelência da gestão.

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Colocando a vida em ordem com as dicas de… Bruce Lee « Efetividade.net

Bruce Lee tem uma história de vida interessante. Além de ter sido um ícone cultural como o principal responsável pelo início da onda de interesse ocidental por artes marciais nos anos 60 e 70, ele também influenciou o cinema no ocidente e oriente, e é visto por muitos como um modelo na busca da eficiência física e no domínio das artes marciais.

Não é um fato amplamente conhecido fora do círculo dos fãs, mas Bruce Lee também era graduado em Filosofia, pela Universidade de Washington. E a visão adquirida desta forma transpira para seus métodos e mesmo para seus livros de artes marciais. Quem leu o livro “Getting things done” (GTD) e conhece a citação de “mind like water”, sobre buscar ter a mente maleável e adaptável como a água, que simplesmente absorve o que é jogado dentro dela, se agita apenas durante o processo, e logo retorna ao seu estado original, talvez se surpreenda ao saber que Bruce Lee também defendia o mesmo princípio (para quem gosta: “Be formless… shapeless, like water. If you put water into a cup, it becomes the cup. You put water into a bottle; it becomes the bottle. You put it into a teapot; it becomes the teapot. Water can flow, and it can crash. Be water, my friend…”). Aliás, David Allen, o autor do GTD, também era praticante de artes marciais.


Bruce Lee e Chuck Norris

E as dicas de filosofia de vida que Bruce Lee registrou, quando analisadas separadamente, podem dar boa inspiração e provocar insights. Henrik Edberg montou uma pequena coletânea das dicas de Bruce Lee para colocar a vida em ordem, e eu trago a vocês algumas delas, com a minha própria interpretação:

  • O que você está pensando – hoje? Nossos pensamentos, planos e intenções do dia-a-dia devem refletir nossas metas e objetivos de vida, ou de longo prazo. A tendência é que aquilo que nós pensamos ou pretendemos a cada dia sirva de guia ou de limitação para o que podemos alcançar e produzir, e é muito fácil perder a coerência entre o curto e longo prazos. Leia também: Planejamento estratégico: como aplicar à sua vida
  • Simplifique. A tendência de quem está procurando melhorar a vida é buscar acrescentar coisas. E pode ser bom, mas muitas vezes não temos o tempo ou a energia para realizar (ou aproveitar) o que buscamos acrescentar. Bruce Lee descreveu a sua visão sobre isso assim: “Não é o acréscimo diário, mas o decréscimo diário. Corte fora o que não for essencial”. Definir o que é essencial depende de cada um, mas o número de pessoas que eu conheço que estão estressadas por tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo só aumenta.
  • Aprenda sobre você mesmo observando as suas interações. Ou, como disse Bruce Lee, conhecer a si é estudar a si mesmo em ação com outras pessoas. Como as pessoas interagem com você, ou como reagem à sua presença ou às suas ações, pode ensinar muito a você. Todo mundo já ouviu isso, mas sempre vale lembrar que o que vemos, percebemos e entendemos sobre as outras pessoas pode muitas vezes ser um reflexo do que nós mesmos somos.
  • Veja o todo, e não apenas o seu lado. Não divida. Na hora de analisar algo, deixe de lado o posicionamento, a busca de saber quem está certo e quem está errado. Exceto nos momentos em que desejar ser conduzido pelas suas emoções, se você quer compreender algo, não seja a favor ou contra, observe a partir de uma perspectiva externa – conduza seu pensamento e suas emoções.
  • Não dependa de validação dos outros. Como disse Lee, “não estou neste mundo para satisfazer as suas expectativas, e você não está aqui para satisfazer as minhas.” E mais: “se exibir é a idéia que um tolo faz sobre a glória”. Depender de validação dos outros é uma busca sem fim, e acaba permitindo que os outros (mesmo sem saber) tenham o controle de como você se sente.
  • Seja proativo. Uma coisa é compreender as circunstâncias, e outra é criar oportunidades. É mais difícil não se limitar a seguir o que o resto do rebanho já está fazendo. Mas é mais recompensador, e mais efetivo, liderar e criar a oportunidade de se alcançar os objetivos, apesar das circunstâncias.
  • Seja você. Não adianta encontrar modelos e personalidades bem-sucedidas e tentar repetir seus passos. Você precisa ser você mesmo, expressar quem você é, e ter fé – no estilo “eu sou mais eu”. Seja genuíno e autêntico, e defenda quem você realmente é, e não um personagem.

Conheça a visão de Henrik Edberg a respeito em “Bruce Lee’s Top 7 Fundamentals for Getting Your Life in Shape“.

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Controle de livros

——– Mensagem original ——–

Assunto: Re: [gtdbr] Re: controle de livros
Data: Sun, 15 Mar 2009 20:24:06 -0300
De: Erick Engelhardt <[email protected]>
Responder a: gt[email protected]
Para: [email protected]
Referências: <[email protected]><[email protected]>

Acho que isso vai salvar vocês…

http://www.itrackmine.com

É uma ótima pedida. É free e crossplataform :). Aceita ISBN, UPC erastreia o título também.

2009/3/15 Adriano Dias <[email protected]>

Pegando carona no tema, queria saberse existe algo semelhante ao que temos para DVD para conseguir dadosdos livros na net…

Explicando melhor, os livrosnacionais recebem um numero de cadastro no ISBN. Voces sabem se existealgum programa que acesse essa base de dados e busque as informações dolivro? Isso seria muito interessante para facilitar o cadastro poisbastaria digitar o numero de registro (ou ler pelo codigo de barras) etodos os dados do livro seriam automaticamente preenchidos.

Abraço
—–Original Message —–
From: docetrago
Sent:Sunday, March 15, 2009 5:43 PM
Subject:[gtdbr] Re: controle de livros

Fernando,

eu controlo isso numa planilha Excel.

Usei durante uma mudança de cidade, revi muito do material de quedisponho e doei vários livros. Os que eu havia emprestado, cobreigentilmente e tive a sorte de vê-los devolvidos em perfeito estado.

No Access parece que vem um exemplo pronto, veja se te atende. Mas sequiser qualquer coisa de minha parte, é só enviar PVT.

Grande abraço !

Marco

— Em [email protected],Fernando Matias <[email protected]…> escreveu
>
> Olá pessoal,
>
> Alguém utiliza um bom software para o controle de coleções, tipoLIVROS e
> CDs?
>
> Normalmente quando empresto algo, deixo como um atividade parapoder lembrar
> de “cobrar o item” emprestado, mas não é eficaz. Penso em ter umbanco de
> dados associado à minha coleção e quando emprestar eu tenhacondições de
> controlar melhor.
>
> Qq sugestão ficarei grato.
>
> Att,
>
> —
>
> Fernando Matias
> (11) 9181.9440
>

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Onda rasa

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O que estudar para certificação LPI ??????

Segue,

 

Advaced bash-scripting guid: http://www.tldp.org/LDP/abs/abs-guide.pdf

 

Bash guide for beginners: http://www.tldp.org/LDP/Bash-Beginners-Guide/Bash-Beginners-Guide.pdf

 

Introdução ao Linux: livro de mão: http://www.tldp.org/LDP/intro-linux/intro-linux.pdf

 

Gnu/Linux command-line tools summary: http://www.tldp.org/LDP/GNU-Linux-Tools-Summary/GNU-Linux-Tools-Summary.pdf

 

AGORA OS IMPORTANTES:

 

Guia do administrador do sistema:

 

http://www.tldp.org/LDP/sag/sag.pdf

 

Guia do administrador de redes Linux:

 

http://www.tldp.org/LDP/nag2/nag2.pdf

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Marley X 22

Fiquei curioso para saber quantos cachorros foram usados nas filmagens de Marley e Eu.

22!

Muito boa produção.

From Wikipedia, the free encyclopedia

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This article is about the film. For the book on which it is based, see Marley & Me.
Marley & Me

Original poster
Directed by David Frankel
Produced by Gil Netter
Kevin Halloran
Karen Rosenfelt
Written by Scott Frank
Don Roos
Based on the novel by John Grogan
Starring Owen Wilson
Jennifer Aniston
Music by Theodore Shapiro
Cinematography Florian Ballhaus
Editing by Mark Livolsi
Distributed by 20th Century Fox
Release date(s) December 25, 2008
Running time 115 minutes
Country United States
Language English

Marley & Me is a 2008 American dramedy film directed by David Frankel. The screenplay by Scott Frank and Don Roos is based on the memoir of the same title by John Grogan. The film was released in the United States and Canada on December 25, 2008 and set a record for the largest Christmas Day box office ever with $14.75 million in ticket sales. [1]

Contents

[hide]

Plot

Soon after their wedding, John and Jenny Grogan escape the brutal Michigan winters and relocate to a cottage in southern Florida, where they are hired as reporters for competing newspapers. At The Palm Beach Post, Jenny immediately receives prominent front-page assignments, while at the South Florida Sun-Sentinel, John finds himself writing obituaries and two-paragraph articles about mundane news like a fire at the local garbage dump.

When John senses Jenny is contemplating motherhood, his friend and co-worker Sebastian Tunney suggests the couple adopt a dog to see if they’re ready to raise a family. From a litter of newborn yellow labrador retrievers they select Marley (named after reggae singer Bob Marley), who immediately proves to be incorrigible. They bring him to Ms. Kornblut, who firmly believes any dog can be trained, but when Marley refuses to obey commands, she expels him from her class.

Editor Arnie Klein offers John a twice-weekly column in which he can discuss the fun and foibles of everyday living. At first stumped for material, John realizes the misadventures of Marley might be the perfect topic for his first piece. Arnie agrees, and John settles into his new position.

Marley continues to wreak havoc on the household, providing John with a wealth of material for his column, which becomes a hit with readers and helps increase the newspaper’s circulation. Jenny becomes pregnant, but loses the baby early in her first trimester. She and John travel to Ireland for a belated honeymoon, leaving the rambunctious dog in the care of a young woman who finds him impossible to control, especially during the frequent thunderstorms that plague the area. Soon after returning from their vacation, Jenny discovers she is pregnant again, and this time she delivers a healthy boy, Patrick. When she has a second son, Connor, she opts to give up her job and become a stay-at-home mom, and the couple decides to move to a larger house in the safer neighborhood of Boca Raton, where Marley delights in swimming in the backyard pool.

John and Jenny welcome a daughter, Colleen, to their family. Although she denies she is experiencing postpartum depression, Jenny exhibits all the symptoms, including a growing impatience with Marley and John, who asks Sebastian to care for the dog when Jenny insists they give him away. She quickly comes to realize he has become an
indispensable part of the family and agrees he can stay.

John celebrates his 40th birthday. Increasingly disenchanted with his job, he decides to accept a position as a reporter with The Philadelphia Inquirer with Jenny’s blessing, and the family moves to a farm in rural Pennsylvania. Life is idyllic until the aging Marley begins to show signs of slowing down. When it becomes clear surgery will not help his debilitating condition, the dog is euthanised and buried.

Production

Because the film covers fourteen years in the life of the dog, twenty-two different yellow labs played the part of Marley. [2]

The film was shot on location in Fort Lauderdale, Miami and Hollywood, including Dolphin Stadium, in Florida, and Philadelphia and West Chester in Pennsylvania.

The film’s score was composed by Theodore Shapiro, who previously had worked with director David Frankel on The Devil Wears Prada. He recorded it with the Hollywood Studio Symphony at the Newman Scoring Stage at 20th Century Fox. [3]

Dave Barry, John Grogan’s fellow South Florida humor columnist, makes an uncredited cameo as a guest at the surprise party celebrating John’s 40th birthday.

Cast

Critical reception

Todd McCarthy of Variety said the film is “as broad and obvious as it could be, but delivers on its own terms thanks to sparky chemistry between its sunny blond stars, Owen Wilson and Jennifer Aniston, and the unabashed emotion-milking of the final reel. Fox has a winner here, likely to be irresistible to almost everyone but cats … Animated and emotionally accessible, Aniston comes off better here than in most of her feature films, and Wilson spars well with her, even if, in the film’s weaker moments, he shows he’s on less certain ground with earnest material than he is with straight-faced impertinence.” [4]

Kirk Honeycutt of The Hollywood Reporter observed that “seldom does a studio release feature so little drama – and not much comedy either, other than when the dog clowns around . . . [W]hatever Marley wants to be about – the challenges of marriage or the balancing act between career and family – gets subsumed by pet tricks. Dog lovers won’t care, and that basically is the audience for the film. From Fox’s standpoint, it may be enough . . . Marley & Me is a warm and fuzzy family movie, but you do wish that at least once someone would upstage the dog.” [5]

Roger Ebert of the Chicago Sun-Times called the film “a cheerful family movie” and added, “Wilson and Aniston demonstrate why they are gifted comic actors. They have a relationship that’s not too sitcomish, not too sentimental, mostly smart and realistic.” [6]

Owen Gleiberman of Entertainment Weekly graded the film A-, calling it “the single most endearing and authentic movie about the human–canine connection in decades. As directed by David Frankel, though, it’s also something more: a disarmingly enjoyable, wholehearted comic vision of the happy messiness of family life.” [7]

Steve Persall of the St. Petersburg Times graded the film B and commented, “Marley & Me practically leaps at viewers like a pound puppy seeking affection, and darn if it doesn’t deserve some . . . Things could get mushier or sillier, but Frankel and screenwriters Scott Frank and Don Roos — who usually handle grittier material — decline to play the easy, crowd-pleasing game. Their faith in Grogan’s simple tale of loyalty among people and pets is unique, and it pays off . . . [It] isn’t extraordinary cinema, but it relates to everyday people in the audience in a way that few movies do without being dull.” [8]

Walter Addiego of the San Francisco Chronicle said, “This love letter to man’s best friend will make dog fanciers roll over and do tricks. It’s so warmhearted, you’ll want to run out and hug the nearest big, sloppy mutt.” [9]

Carrie Rickey of the Philadelphia Inquirer awarded the film three out of four stars and commented, “Marley and Me operates on the assumption that happiness is a warm tongue bath. And those who endorse this belief will enjoy this shaggy dog story . . . The anecdotal structure does not make for a gripping movie. For one thing, there’s no conflict, unless you count the tension between a guy and his untrainable pooch. Yet Marley boasts animal magnetism . . . Mawkish? Sometimes. But often very funny and occasionally very moving.” [10]

Betsy Sharkey of the

Los Angeles Times called it “an imperfect, messy and sometimes trying film that has moments of genuine sweetness and humor sprinkled in between the saccharine and the sadness.” [11]

Box office

The film opened on 3,480 screens in the US and Canada. It grossed $14.75 million on its first day of release, setting the record for the best Christmas Day box office take ever by surpassing the previous high of $10.2 million achieved by Ali in 2001. [1] It earned a total of $51.7 million over the four-day weekend and placed #1 at the box office, a position it maintained for two weeks. As of March 10, 2009, its total worldwide gross was $175,384,033. [12]

DVD release

The film is scheduled to be released on DVD and Blu-ray on March 31, 2009. Viewers will have the option of a single disc or a two-disc set called the Bad Boy Edition.

References

External links

 

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Linux em toda parte!

🙂

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a história da comunicação em stopmotion | sushi.st

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