Perguntas e respostas sobre times ágeis #1

Um tópico de agora a pouco na scrum-brasil contém perguntas e respostas relevantes:

Um membro do time quer negociar salário. Com ele fala?

    Isso não tem nada com comando controle. Se trata com Gerente, dono da empresa , alguém de cargo superior. A empresa deve ter uma política de acessão funcional. Trabalhar e times ágeis não quer dizer ausência de comando ou de cargos na empresa.

Um membro do time não está rendendo o suficiente. Quem é o responsável por avaliar este membro e decidir se ele fica ou não?

   Nesse caso o ideal seria o próprio time. Acho que em reuniões diárias e retrospectivas os problemas e produtividade ficam bem visíveis.O que é render o Suficiente ?
 

O time precisa de mais recursos (software ou hardware). Quem é o responsável por decidir e pedir a verba para compra desses recursos?

    Se usar Scrum, o Scrum master corre atrás.Isso não é atividade do time. Deve ser visto a necessidade e passado pra direção da empresa.

Membros do time estão discutindo (quase saindo na pancada mesmo) quem avalia a situação da discordância e toma as medidas cabíveis?

Histórias a desenvolver para robustez do sistema #1:

Tratamento de exceptions

Eu, como sistema, gravo em um arquivo de log sempre que não consigo executar algo, e exibo uma resposta de erro para o usuário que solicitou a informação.

Diariamente, envio um email contendo o relatório de erros, para o desenvolvedor que foi encarregado de analisar estes erros.

Como testar:

Eu, como desenvolvedor, emulo um erro, visualizo uma página de erros, e recebo ao final do dia, um email que informa a ocorrência do erro que simulei.

Testemunho

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” o processo de deploy de nossos clientes demorava meses, e em geral terminava com um fim de semana estressante onde todos tentam colocar o sistema de pé para segunda de manhã.
E levou mais alguns meses para automatizar pesadamente esses processos mas com o passar dos meses, alcançamos um ponto no qual ninguém precisa ficar no fim de semana. Isso não é algo que sempre foi confortável fazer, mas é algo que durante os anos conseguimos transformar em algo plausível. ”

Creia irmão!